Ele foi um filósofo, também doutor e um poeta da bola, ele era um gladiador elegante de muitos coliseus, um gênio e cientista da inteligência, ele reinventou a democracia em uma nação em que era proibido se falar em democracia. Ele que nasceu com o nome de um filósofo grego, tem em seu nome “brasileiro”, um brasileiro e corinthiano de coração, um mito com seu calcanhar, que infelizmente a sua fraqueza foi o fígado. E Como o destino dos mitos é no Olimpo, hoje ele reside no monte Olimpo, de nossos corações e eternamente em nossos corações.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Sócrates e o seu calcanhar de ouro
Ele foi um filósofo, também doutor e um poeta da bola, ele era um gladiador elegante de muitos coliseus, um gênio e cientista da inteligência, ele reinventou a democracia em uma nação em que era proibido se falar em democracia. Ele que nasceu com o nome de um filósofo grego, tem em seu nome “brasileiro”, um brasileiro e corinthiano de coração, um mito com seu calcanhar, que infelizmente a sua fraqueza foi o fígado. E Como o destino dos mitos é no Olimpo, hoje ele reside no monte Olimpo, de nossos corações e eternamente em nossos corações.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Algumas palavras sobre a arte do Yoga
O Yoga é a atividade física mais antiga que se tem registro, e se torna cada vez mais procurada pelas pessoas, principalmente em uma cidade do tamanho de São Paulo, que gera tantas doenças orgânicas, pois é sabido que por trás destas doenças há o emocional, como o estresse e a depressão. O ritmo está cada vez mais acelerado, e as pessoas não estão preparadas para este ritmo, a vida se tornou secundária, na qual não se tem tempo para nada e o mais absurdo é que não se tem nem alguns minutos para si mesmo. Aonde vamos parar?
O Yoga através das posturas corporais, dos exercícios respiratórios, e do relaxamento, elementos que compõe cada aula, fomenta efeitos que repercute na psique, pois seus efeitos é sentido por si e todos ao redor. Uma sociedade saudável precisa de pessoas com qualidade de vida melhor, e vivemos cercados por falsas facilidades do dia-a-dia, com estas falsas facilidades vai se perdendo a essência da vida que é viver.
A prática do Yoga que eu escolhi, entre tantas existentes, é uma prática dinâmica e moderna, sem perder a essência do Yoga milenar, unindo a uma prática terapêutica, pois a minha vivência no Yoga, ao longo destes vinte anos, é unir a sabedoria milenar da medicina indiana e a origem do Yoga que vem da cultura tântrica, aplicada aos nossos dias.
Vivemos em mundo mergulhado em crise, tanto no plano interno quanto no externo, e o Yoga mostra o caminho de maneira consciente para se transformar estas crises em oportunidades de vida, construindo assim uma sociedade saudável e harmoniosa, uma sociedade que respeita a vida.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Arrondissements de Paris
É assim que os números mais baixos correspondem a arrondissements mais centrais e números maiores a arrondissements mais distantes do centro.
Cada arrondissement é gerido por um conselho de arrondissement com funcionamento semelhante ao conselho municipal mas com poderes mais limitados.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Cenas Paulistanas - Café da Manhã
Acordar cedo nunca foi o meu forte, mas o meu fraco é um bom café da manhã.
Tenho que confessar que a pressa para se chegar ao trabalho não permite que o café da manhã seja saboreado em casa. A solução encontrada é na rua, em qualquer lugar. Hoje em dia a cidade tem muitos ambulantes que aproveitam a oportunidade para ganhar algum, eles colocam a banca nas calçadas em pontos estratégicos, perto de alguma estação de trem ou metro e também nos terminais de ônibus, onde as pessoas ainda com pressa pagam e pegam o café com leite e uma gorda fatia de bolo, que pode ser de milho ou de cenoura, a passos largos vão para o trabalho, carregando em uma das mãos, o copo e na outra o bolo, tudo isto para não perder tempo.
Eu que sou adepto do “mais cinco minutos na cama”, sempre saio atrasado e o jeito é mesmo saborear o café da manhã fora de casa.
Outra opção mais tranquila para aqueles que não estão com tanta pressa é o boteco, onde você pode ter a sorte de ficar em pé no balcão, ou ter o luxo de se sentar, e pedir ao rapaz do outro lado do balcão, um “pingado”, que é o café com um pouco de leite, como se estivesse pingando o leite, virando assim o “pingado”, com tempo vem à intimidade de pedir para ele caprichar na “média”, que é um pão com manteiga aquecido na chapa, outro pedido sem usar a chapa é o “pão na graxa”.
Como na maioria das vezes, não consigo parar em um desses botecos, pois a pressa e a quantidade de pessoas são grandes obstáculos, senão me atraso ainda na minha entrada no trabalho.
Chego ao trabalho em cima da hora, sem tempo de parar e tomar um café da manhã. Já ia me esquecendo, na verdade deixei para o fim, de dizer que tem os serviços de entregas, que são feitos para aqueles que, como eu, que chegam sem tempo de parar, o jeito é ligar para algum estabelecimento e fazer o pedido.
Bom apetite!
domingo, 4 de setembro de 2011
Cenas Paulistanas - A praia dos paulistanos
São Paulo não tem praia, isso é fato, mas não é obstáculo para que as pessoas improvisem a sua praia. Os parisienses transformaram nas margens do rio Sena, uma pequena praia, aqui em São Paulo também não tem o Sena, mas temos o parque do Ibirapuera, a nossa praia.
Acordei e dei uma espiada pela janela, o dia estava lindo, com um céu azul, podia escutar os pássaros cantando na natureza, uma verdadeira celebração e eu não poderia ficar de fora. Notei que estava frio, mas nem tanto, com um "jeitão" de Primavera, não demorou muito e começou a subir a temperatura, se tornando Verão, mas é Inverso em São Paulo, ou fim do Inverno.
Passei a mão no agasalho, pois nunca se sabe, o tempo em São Paulo costuma virar, sempre nos surpreendendo, pensamos que vai esquentar, esfria, e às vezes, nos parece que vai esfriar, esquenta.
Fui eu pelo caminho, rumo ao Ibirapuera, equipado do agasalho, do livro e da água fresca. A temperatura subira demais, dando inveja a qualquer dia de verão, entrou então em cena a água fresca, ela veio em um momento oportuno e aliviou o meu princípio de sede.
Não demorou muito até chegar ao Parque, fui cruzando ruas, contornando os canteiros de obras, pulando e tropeçando nas pedras e entulhos das calçadas mal acabadas, fui desviando das cadeiras dos restaurantes que são colocadas na calçada, que aos poucos vão invadindo o caminho daqueles que trafegam. Um verdadeiro estorvo. Já ia me esquecendo de citar que as calçadas estão diminuindo e as ruas vão aumentando dando prioridade aos automóveis. Andar para ir ao parque é uma verdadeira aventura urbana, apenas para tirar o estresse, a mesma que foi adquirida ao longo do caminho.
De longe eu conseguia ver o parque, e tive a sensação de que a população de São Paulo estava lá, juntamente com a população canina, uma verdadeira festa.
Mal entrei no parque e pude sentir as areias da praia de São Paulo, talvez a areia de uma construção que o vento trouxera.
Andei em busca de um cantinho.
Eu disfarçadamente fui observando as pessoas, e vi de tudo, pessoas com suas famílias, amigos, ou solitariamente com seus livros e água, meu caso. Pessoas corriam, com suas bicicletas, patins, skate e a pé. Uns carregavam violão para acompanhar o “pic-nic”, uma explosão de alegria, de todas as cores e tribos.
Andar por andar andei e de tanto selecionar um cantinho, encontrei uma frondosa árvore me convidando aos seus pés, antes verifiquei se não tinha crianças brincando de bola, não queria levar uma bolada.
Estava quente, mas a sombra da árvore aliviava, abri meu livro e me dei o presente de uma boa leitura, destas que nos transporta para além do mais além, fui ficando envolvido com a leitura e só fui tirado da minha abstração com uma sensação fresca na minha bochecha esquerda, estranhei o ocorrido, pois além de sentir o frescor, senti também um tanto áspera, olhei e levei um susto, era um cachorro que simpaticamente me deu umas lambidas, logo veio a sua dona em socorro do animal, um tanto envergonhada pedindo desculpas, mas com um leve sorriso que ela não pode conter pela cena engraçada.
Voltei à leitura deliciosa, antes sequei a minha face molhada pela baba canina.
O tempo estava realmente bom para passear no Ibirapuera, os ambulantes faturando, no sorvete e na água mineral, a criançada correndo, brincando, os casais exalavam paixão. Todos estavam contentes com a praia improvisada.
Fui tirado da leitura novamente, mas não por um cachorro beijoqueiro e sim pela queda da temperatura, senti na pele que era hora de voltar, estava esfriando, as pessoas estavam tomando o rumo de suas casas, sabiam que no dia seguinte seria segunda-feira, uma semana de trabalho os esperava para novamente voltar a sua querida praia, no fundo todos estavam felizes por um dia em sua praia paulistana, a mesma que a noite seria fechada.
É... a praia paulistana fecha todos os dia para manutenção.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Nascimento de Ganesha em mim
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Um dia para se guardar no coração
O dia não estava tão azul e o Sol vinha tímido visitar a cidade, a esta altura do dia, eu estava no parque da Aclimação, foi uma descoberta, o parque me convidou, me chamou e eu fui.
Fui me guiando pelo chamado ideal do coração, o parque estava escondido e na minha caminhada fui presenteado, uma surpresa para meus olhos acostumados com o cinza triste da cidade, pensei - São Paulo precisa do colorido da vida e ficamos cinza como a cidade, é necessário colorir a alma desta cidade, começando com a nossa.
Sai para colorir a minha alma. Tenho o hábito de caminhar, assim eu vou colorindo com os olhos da imaginação, o cinza fica colorido, o monótono fica colorido, não tenho uma preferência de cor quando vou colorir, tudo combina, o importante é o "colorir".
Me deixei colorir colorindo o que não tem cor.
O parque estava em tons verdes e um tapete roxo de flores caídas de arvores que predominavam no local, eu vi muitos pássaros e principalmente sabias de várias espécies, mas o que se destacava era o sabia laranjeira, eles estavam felizes de estarem exilados do cinza da cidade.
No centro do parque tem um grande lago de um verde profundo que nos convida a reflexão, olhá-lo de cima me permitiu ver o meu reflexo, me refletiu inversamente, bastava inverter para ver o meu verdadeiro reflexo, ver com os olhos da alma, porque com os olhos da mente não conseguiria inverter, acharia que é real o reflexo, mas é apenas um reflexo.
Com reflexo do lago de mim mesmo, fechei os olhos e pude ver um colorido mais vivo, de cores que nunca tinha visto antes, as cores dançavam ao som do vento e do canto dos pássaros, me juntei a esta dança, eu celebrei a vida e a divindade que existe, deixei por uma eternidade de um instante, na conta do ser humano, fui além, para dentro de mim, além de qualquer fronteira que eu pudesse imaginar, vi um reino mais vivo ainda, que as palavras seriam pobres para expressar tamanha beleza, lágrimas vieram expressar o sentimento que brotava em meu coração.
O breve se fez infinito, me veio uma estranha ausência, não comparei, não analisei, não coloquei rótulos, nem certo e nem errado, bom ou mau, os opostos se fundiram. Quando estamos no infinito a dualidade não está presente, apenas o SER impera.
Diante de tanta beleza, fui sentindo um arrepio e o infinito se fez breve novamente, ao retornar ao mundo das ilusões, ou seja este mundo que vivemos, na qual o verdadeiro é confundido com o falso e o falso é aceito como verdade, senti o peso do tempo. Quando voltei, a vivência parecia tão rápido que começou girar, fiquei com medo e com este sentimento fui expulso de mim mesmo pelos meus receios e ansiedades.
Abri os olhos. O colorido não estava mais lá com a mesma intensidade do meu mundo interno, queria voltar novamente, porém aprendi uma lição que vou carregar em meu coração - tenho que absorver todos os meus receios e só assim morarei definitivamente em meu NIRVANA interno, enquanto isto vou tendo pequenas vivências deste REINO, mas em algum dia, nem breve e nem remoto serei finalmente merecedor por direito daquilo que sempre foi meu e nada pode me tirar, pois faz parte de meu ser.
Hoje eu sei o caminho que leva a verdadeira morada do coração, o caminho é um só - A MEDITAÇÃO.
Namaste!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Meu amigo Cantuária
- O que foi? Todos falaram em uníssono.
- O Cantuária faleceu!
Todos ficaram comovidos com a notícia, logo o “Cantu”, essa era à maneira de seus amigos mais chegados o chamarem. Gostaria que os leitores entendessem, todos tinham o direito de morrer, mas o “Cantu” não.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
O fantasma da noite
Nunca tive o costume de acordar no meio da noite, nem mesmo para ir ao banheiro, poderia estar com fome ou mesmo com sede, não que eu tenha medo ou preguiça, era mesmo o sono pesado que me embalava em seus braços, um sono pesado que acabava sendo mais forte do que a minha força de vontade.
Certa vez em uma terça-feira gorda, véspera de feriado, não sei dizer ao certo se era um feriado religioso ou o dia da pátria, me lembro apenas de que era uma terça-feira de insônia, e fui assistir televisão esperando pelo sono pesado que não me vinha, quando menos esperava pestanejei mais forte, as pálpebras colaram e cai no sono, para em seguida acordar desnorteado, abrindo assim um dos olhos e estranhei, não sabia dizer ao certo onde estava, então levantei, e fui para o quarto, antes tive apenas o ímpeto de desligar a televisão e na escuridão da casa fui para o quarto cambaleando, sem perceber o rumo dos meus passos, que na verdade estava indo para cozinha, como o sono era mais forte não vi que tinha chegado a cozinha.
Abri um dos olhos, por pura preguiça de abrir os dois, e pude ver no canto do suposto quarto, algo branco arrastando, fiquei surpreso com a aparição, me parecia um fantasma, um fantasma mirim, um fantasma que rastejava, pensei logo que tipo de fantasma é este que rasteja? Uma alma penada? Quando dei conta deste ser, logo abri os dois olhos e fiquei atento para aquela aparição, logo eu que nunca levei muito a sério estas coisas de fantasmas.
Lentamente o fantasma ia para minha direção e eu continuava parado, parado sim, paralisado não, pois não estava com medo e sim surpreso com a minha visão, ele chegava cada vez mais perto de mim, e pude ver que era um pequeno lençol colorido, que fantasma é esse que vem todo colorido? Começou a me intrigar este fantasma, comecei a desconfiar da minha sanidade, talvez estivesse assistindo muita televisão, ou estava sonhando, lembrei-me de uma velha tática que poderia dar certo, um grande beliscão e assim acordar, me belisquei e não acordei, pois já estava acordado e muito bem acordado, mas nada evitava que a entidade viesse para mais perto, foi quando o lençol ficou preso aos pés do fogão e pude ver que o fantasma era sim a pequena Nina, a cachorrinha da casa, que dormia sempre enrolada em um pequeno lençol colorido e quando escutou que alguém estava na cozinha foi receber e nem percebeu que estava enrolada em seu lençol, sempre tivera o sono pesado, mas naquela terça-feira gorda ela saiu desnorteada para a cozinha e se assustou ao me ver desnorteado na cozinha em uma terça-feira gorda.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
A escrita e o escritor

Todo dia é dia do escritor e da sua doce magia, a escrita.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Fragmentos
Uma das telas da série Torre Eiffel, de Delaunay, de 1909sábado, 14 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Além

segunda-feira, 25 de abril de 2011
Walter "ego" Franco.
O raciocínio lento, O poço, pensamento, O olho, orifício, O passo, precipício.
Eu quero que esse teto caia.
Eu quero que esse afeto saia. Eu quero que esse teto caia.
Eu quero que esse afeto saia.
Em vermelho natural, Com gosto de água e sal, No rosto e no lençol, Misturando o bem e o mal.
domingo, 17 de abril de 2011
Primavera

Quando se percebe o transcender, percebe-se também que o conhecimento não existe e sim o conhecer, o verbo estará em sua vida, não terá a busca e sim buscar, não terá a descoberta e sim descobrir, não terá relacionamento e sim relacionar, tudo será verbo, começando no infinitivo e terminando no infinito. Deixei de usar o substantivo porque prende e fecha, o verbo liberta e abre.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Shiva Nataraja

Vida

Crepúsculo
quarta-feira, 6 de abril de 2011










